Governo Moçambicano diz estar confiante no esclarecimento da tragédia de Mbuzine
Ontem, os Governos da África do Sul e de Moçambique
juntaram-se para, de forma antecipada, celebrar os 30 anos da tragédia de
Mbuzine, no qual morreu Samora Machel.
Na ocasião, Carlos Agostinho do Rosário,
em representação do país, disse que o Governo acredita que um dia será
conhecida a verdade por detrás do trágico acidente.
Da parte sul-africana, esteve o vice-presidente, Cyril
Ramaphosa.
Antes da chegada dos governantes, Graça e Malenga
Machel chegavam de mãos dadas, mais tarde, os restantes filhos e outros membros
da família Machel faziam-se ao recinto onde foi erguido o memorial e o museu em
homegem às vítimas de Mbuzine. E não faltou uma das canções preferidas de
Samora Machel.
30 anos depois da sua morte, ainda fica por saber as
reais causas do despenhamento do Tupolev presidencial. E como diz o ditado
popular, a esperança é a última a morrer, daí a confiança do Primeiro-Ministro
moçambicano.
Para o vice-presidente da África do Sul, Samora Machel
foi um líder preocupado não só com a paz do seu país, como também com a
estabilidade dos países da região da SADC, em particular a África do Sul.

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