De acordo com dados do Relatório
Global de Competitividade (2016-2017) do Fórum Económico Mundial, apesar de
Moçambique manter a mesma posição o país obteve menos pontos, descendo de 3,20
para 3,13 pontos, num índice que avalia 12 áreas, incluindo educação, ambiente
macroeconómico, mercado financeiro ou inovação, com uma classificação de 1 a 7.
Os pilares em que Moçambique
surge mais bem classificados são o da eficiência do mercado de trabalho (98.ª
posição) e o da dimensão do mercado (102.ª), e os piores sectores são o da
educação superior e formação (135.ª), assim como a saúde e educação primária
(134.ª).
Segundo o Inquérito de Opinião
dos Empresários, realizado junto de mais de 14 mil líderes empresariais em
matérias relacionadas com a competitividade nacional, os factores
percepcionados como mais problemáticos quando se faz negócios com Moçambique
são a corrupção (15,5%), a instabilidade das políticas (12,3%) e o acesso ao
financiamento (12,2%).
Com 138 países analisados, o
índice mundial de competitividade é liderado pela Suíça, com 5,81 pontos,
Singapura (5,72) e Estados Unidos (5,70).
Entre os últimos surgem o Iémen
(2,74 pontos), a Mauritânia (2,94) e o Chade (2,95).
O Relatório Global de
Competitividade (2016-2017) do Fórum Económico Mundial é hoje apresentado em
Lisboa pela PROFORUM, Associação para o Desenvolvimento da Engenharia, e pelo
FAE, Fórum de Administradores e Gestores de Empresas, numa sessão pública na
AESE Business School.
A PROFORUM, a FAE e a AESE
realizam em Portugal o Inquérito de Opinião dos Empresários para o WEF - World
Economic Forum.
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